Devido a não participação de ninguém no concurso “Agora é sua vez!”, fica por ciente a finalização do mesmo.
Conexões Pedagógicas - Políticas da Cibercultura
A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Concurso “Agora é sua Vez!”.
Concurso “Agora é sua Vez!”.
Chegou a hora de mostra que Você está por dentro do assunto!
Estão Abertas as inscrições para o Concurso “Agora é sua
Vez!”, Promovido Pela a equipe do Blog – Conexões Pedagógicas.
O objetivo desse projeto e Fundamentar de modo único e sistemático
todo o trabalho então aqui desenvolvido:
Segue as instruções para participação
1-
Só poderá se inscrever no concurso alunos oriundos
da Turma P333 do curso de Pedagogia- Uniabeu;
2-
Para concorrer ao prêmio o aluno deverá postar
um comentário no Blog Conexões Pedagógicas, na parte indicada, uma frase única com as seguintes palavras – “ética, Cibercultura
e Pedagogia”;
3-
Não serão julgadas postagens em Grupo;
4-
A data limite para as postagens será no dia
28/03
5-
A premiação
será no dia 04/04
Boa tarde Galera!
Bom, estamos aqui para divulgar um site onde achamos links diretos com o assunto " Cibercultura". O site por incrível que pareça é do Banco Itaú, quem havia comentado sobre ele foi nossa amiga Rosana, eu andei conferindo algumas matérias e achei legal divulgar aqui, afinal é um assunto muito interessante.
Espero que leia cada ponto citado com um olhar crítico, será que internet sempre será levada para um lado negativo? Pois bem, comentem aqui em baixo o que acharam...
Conto com a participação de vocês.
Obrigada!
http://www.cibercultura.org.br/tikiwiki/tiki-view_articles.php
Postado por : Cinthya Solaira
quarta-feira, 20 de março de 2013
Até o "Cara" entrou na onda!
Lula entra para campanha mundial pelo fim da violência contra mulher
> Ex-presidente Lula adere à Rede de Homens Líderes da Campanha do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. Lula assinou o termo de adesão, hoje em São Paulo, com a presença da representante
http://www.tvt.org.br/watch.php?id=12547&category=198#.UUgsfbBeEgs.email
Postado Por: Danielle Neves
> Ex-presidente Lula adere à Rede de Homens Líderes da Campanha do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon. Lula assinou o termo de adesão, hoje em São Paulo, com a presença da representante
http://www.tvt.org.br/watch.php?id=12547&category=198#.UUgsfbBeEgs.email
Postado Por: Danielle Neves
Democracia na rede
Blogoosfero: plataforma livre para a democracia na rede
O Blogoosfero foi desenvolvido a partir de esforços da blogosfera progressista com ajuda da comunidade do Software Livre.
http://www.tvt.org.br/watch.php?id=12119&category=196#.UUguOqwdl7w.email
Postador Por: Danielle Neves
O Blogoosfero foi desenvolvido a partir de esforços da blogosfera progressista com ajuda da comunidade do Software Livre.
http://www.tvt.org.br/watch.php?id=12119&category=196#.UUguOqwdl7w.email
Postador Por: Danielle Neves
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Definições
De acordo com Kenway (2001), o ciberespaço é um “lugar” sem cara de lugar
e sem espaço, pois não há em seu interior fronteiras ou corpos, apenas textos e
imagens e sons feitos de bits e bytes; um espaço transnacional, um “lugar” que não
tem os aspectos de espaço, sem fronteiras, representando um lugar de
peregrinação, de andarilho. Este espaço oferece novas relações entre produtores e
consumidores de textos culturais, pois permitem aos sujeitos serem não apenas
consumidores ativos ou passivos dos produtos de informação e da cultura global,
mas agentes de seus próprios produtos culturais e também distribuidores desses
elementos.
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf
A cibercultura, cultura cibernética ou cultura digital caracteriza um conceito emergente da pós-modernidade, que nasce da perspectiva do impacto das tecnologias da informação e comunicação e da conexão em rede na sociedade. Essa cultura utiliza-se da metalinguagem digital e da capacidade de remontar arquivos para exprimir a produção simbólica de um determinado grupo social, mas que atinge a todos que estão conectados à rede.
Úrsula Nascimento de Sousa Cunha (UNEB)
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf
O conceito de sociedade do conhecimento se baseia em um fato indiscutível, que pode ser confirmado empiricamente: o conhecimento científico-tecnológico passou a desempenhar um papel decisivo na economia e, por meio dela, na sociedade. Sem dúvida, esse papel sempre foi importante. Foi Francis Bacon, no início do século 17, que formulou a tese da relação fundamental entre saber e poder, mas o mundo não precisou esperar o advento dos tempos modernos para pôr o conhecimento a serviço do poder. Sem o saber especializado dos escribas, dos geômetras ou dos sacerdotes, não teria sido possível gerir nem os grandes impérios nem as cidades-estados nem as sociedades feudais.
Sergio Paulo Rouanet é ensaísta e professor visitante na pós-graduação em sociologia da Universidade de Brasília. É autor de, entre outros, "As Razões do Iluminismo" e "Mal-Estar na Modernidade" (Companhia das Letras).
http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=28
A sociedade da informação é um conceito utilizado para descrever uma sociedade e uma economia que faz o melhor uso da tecnologias da informação e comunicação no sentido de lidar com a informação, e que toma esta como elemento central de toda atividade humana (Castells, 2001). Numa sociedade de informação, as pessoas aproveitam as vantagens das tecnologias em todos os aspectos da sua vida: no trabalho, em casa e no lazer.
http://www2.ufp.pt/~lmbg/reserva/lbg_socinformacao04.pdf
Para Rui Páscoa, sociedade em rede, como a conhecemos atualmente, é o conjunto de seres humanos que partilham interesses comuns, ligados por pontos e ferramentas que facilitam a comunicação e a partilha de experiências entre si. Nesta partilha coletiva, cada individuo ruma ao descobrimento da sua identidade individual e coletiva.
Professor de Educação Visual e Tecnológica no Agrupamento de Escolas da Charneca de Caparica. Mestrando em Pedagogia do Elearning na Universidade Aberta.
http://mpel.ruipascoa.net/?p=267
Uma cena tem se tornado cada vez mais comum nas cidades modernas: jovens de várias idades, classes sociais e etnias, andam pelas ruas das cidades portando fones de ouvido enquanto ouvem músicas em seus tocadores de MP3 ou de MP4 e em seus telefones celulares.
Para o educador e pesquisador Marc Prensky (2001), esses jovens estão acostumados a obter informações de forma rápida e costumam recorrer primeiramente a fontes digitais e à Web antes de procurarem em livros ou na mídia impressa. Por causa desses comportamentos e atitudes e por entender a tecnologia digital como uma linguagem, Prensky os descreve como Nativos Digitais, uma vez que “falam” a linguagem digital desde que nasceram.
http://www.ucs.br/ucs/tplcinfe/eventos/cinfe/artigos/artigos/arquivos/eixo_tematico7/TECNOLOGIAS%20DIGITAIS%20E%20ACOES%20DE%20APRENDIZAGEM%20DOS%20NATIVOS%20DIGITAIS.pdf
Em contraposição aos Nativos Digitais, estão os Imigrantes Digitais, que são aqueles que, diferente dos nativos, viram o nascimento da internet e se adaptaram a ela ─ ou não. Os nativos nasceram depois dela e não conseguem conceber o mundo antes do computador.
Na concepção de Prensky (apud MONTEIRO, 2009), o imigrante até transita com desenvoltura no mundo digital, porém “É como mudar de país. As pessoas ficam até íntimas com o novo idioma, mas não perdem o sotaque.” Considera-se, ainda, imigrante digital aquele que simplesmente nega a possibilidade de contato com as TIC’s. Este percebe a existência e a presença de todo o aparato tecnológico na esfera social sem, contudo, abrir mão de formas e tecnologias conservadoras em suas atividades diárias. Assim sendo, ajuda a compor o elenco de atores do cenário contemporâneo que, de uma ou outra forma, convivem com um mundo altamente informatizado.
Luiz Henrique Touguinha de Almeida
Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas, em cumprimento parcial para a obtenção do título de Mestre em Linguística Aplicada.
http://antares.ucpel.tche.br/poslet/dissertacoes/Mestrado/2010/LETRAMENTO%20DIGITAL%20E%20PERFIL%20DISCENTE_Existe%20uma%20rela%E7%E3o_Luiz%20Henrique%20Touguinha%20de%20Almeida.pdf
Postador Por: Danielle Neves
e sem espaço, pois não há em seu interior fronteiras ou corpos, apenas textos e
imagens e sons feitos de bits e bytes; um espaço transnacional, um “lugar” que não
tem os aspectos de espaço, sem fronteiras, representando um lugar de
peregrinação, de andarilho. Este espaço oferece novas relações entre produtores e
consumidores de textos culturais, pois permitem aos sujeitos serem não apenas
consumidores ativos ou passivos dos produtos de informação e da cultura global,
mas agentes de seus próprios produtos culturais e também distribuidores desses
elementos.
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf
A cibercultura, cultura cibernética ou cultura digital caracteriza um conceito emergente da pós-modernidade, que nasce da perspectiva do impacto das tecnologias da informação e comunicação e da conexão em rede na sociedade. Essa cultura utiliza-se da metalinguagem digital e da capacidade de remontar arquivos para exprimir a produção simbólica de um determinado grupo social, mas que atinge a todos que estão conectados à rede.
Úrsula Nascimento de Sousa Cunha (UNEB)
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf
O conceito de sociedade do conhecimento se baseia em um fato indiscutível, que pode ser confirmado empiricamente: o conhecimento científico-tecnológico passou a desempenhar um papel decisivo na economia e, por meio dela, na sociedade. Sem dúvida, esse papel sempre foi importante. Foi Francis Bacon, no início do século 17, que formulou a tese da relação fundamental entre saber e poder, mas o mundo não precisou esperar o advento dos tempos modernos para pôr o conhecimento a serviço do poder. Sem o saber especializado dos escribas, dos geômetras ou dos sacerdotes, não teria sido possível gerir nem os grandes impérios nem as cidades-estados nem as sociedades feudais.
Sergio Paulo Rouanet é ensaísta e professor visitante na pós-graduação em sociologia da Universidade de Brasília. É autor de, entre outros, "As Razões do Iluminismo" e "Mal-Estar na Modernidade" (Companhia das Letras).
http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=28
A sociedade da informação é um conceito utilizado para descrever uma sociedade e uma economia que faz o melhor uso da tecnologias da informação e comunicação no sentido de lidar com a informação, e que toma esta como elemento central de toda atividade humana (Castells, 2001). Numa sociedade de informação, as pessoas aproveitam as vantagens das tecnologias em todos os aspectos da sua vida: no trabalho, em casa e no lazer.
http://www2.ufp.pt/~lmbg/reserva/lbg_socinformacao04.pdf
Para Rui Páscoa, sociedade em rede, como a conhecemos atualmente, é o conjunto de seres humanos que partilham interesses comuns, ligados por pontos e ferramentas que facilitam a comunicação e a partilha de experiências entre si. Nesta partilha coletiva, cada individuo ruma ao descobrimento da sua identidade individual e coletiva.
Professor de Educação Visual e Tecnológica no Agrupamento de Escolas da Charneca de Caparica. Mestrando em Pedagogia do Elearning na Universidade Aberta.
http://mpel.ruipascoa.net/?p=267
Uma cena tem se tornado cada vez mais comum nas cidades modernas: jovens de várias idades, classes sociais e etnias, andam pelas ruas das cidades portando fones de ouvido enquanto ouvem músicas em seus tocadores de MP3 ou de MP4 e em seus telefones celulares.
Para o educador e pesquisador Marc Prensky (2001), esses jovens estão acostumados a obter informações de forma rápida e costumam recorrer primeiramente a fontes digitais e à Web antes de procurarem em livros ou na mídia impressa. Por causa desses comportamentos e atitudes e por entender a tecnologia digital como uma linguagem, Prensky os descreve como Nativos Digitais, uma vez que “falam” a linguagem digital desde que nasceram.
http://www.ucs.br/ucs/tplcinfe/eventos/cinfe/artigos/artigos/arquivos/eixo_tematico7/TECNOLOGIAS%20DIGITAIS%20E%20ACOES%20DE%20APRENDIZAGEM%20DOS%20NATIVOS%20DIGITAIS.pdf
Em contraposição aos Nativos Digitais, estão os Imigrantes Digitais, que são aqueles que, diferente dos nativos, viram o nascimento da internet e se adaptaram a ela ─ ou não. Os nativos nasceram depois dela e não conseguem conceber o mundo antes do computador.
Na concepção de Prensky (apud MONTEIRO, 2009), o imigrante até transita com desenvoltura no mundo digital, porém “É como mudar de país. As pessoas ficam até íntimas com o novo idioma, mas não perdem o sotaque.” Considera-se, ainda, imigrante digital aquele que simplesmente nega a possibilidade de contato com as TIC’s. Este percebe a existência e a presença de todo o aparato tecnológico na esfera social sem, contudo, abrir mão de formas e tecnologias conservadoras em suas atividades diárias. Assim sendo, ajuda a compor o elenco de atores do cenário contemporâneo que, de uma ou outra forma, convivem com um mundo altamente informatizado.
Luiz Henrique Touguinha de Almeida
Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas, em cumprimento parcial para a obtenção do título de Mestre em Linguística Aplicada.
http://antares.ucpel.tche.br/poslet/dissertacoes/Mestrado/2010/LETRAMENTO%20DIGITAL%20E%20PERFIL%20DISCENTE_Existe%20uma%20rela%E7%E3o_Luiz%20Henrique%20Touguinha%20de%20Almeida.pdf
Postador Por: Danielle Neves
Sam Graham-Felsen
"O futuro da política estará na Internet"
Para o blogueiro de Barack Obama, em pouco tempo a rede virtual mudará a forma como são feitas e financiadas as campanhas
Claudio Dantas Sequeira

PRODÍGIO
O blog comandado por Felsen arrecadou meio bilhão de dólares
para a campanha de Obama
A eleição do presidente Barack Obama em 2008 foi um divisor de águas na forma de se fazer campanha política pela internet. Sites, blogs e o Twitter, além de permitirem maior interação com os eleitores, tornaram-se uma poderosa ferramenta de arrecadação. Quem conhece a fundo essa história é o jornalista americano Sam Graham-Felsen, que foi diretor da área de blogs da campanha online do candidato democrata, coordenada pela Blue State Digital. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, Graham-Felsen conta que "mais de três milhões de doadores individuais contribuíram cada um com pouco mais de US$ 100, resultando num montante de US$ 500 milhões". Segundo ele, "as campanhas nos Estados Unidos eram marcadas por grandes doações de um grupo de interesses, mas Obama rompeu com essa tradição". Com base na experiência americana, Graham-Felsen acredita que em pouco tempo a televisão deixará de ser fundamental nas campanhas eleitorais. Quem assumirá seu papel, é claro, será a internet.

"Três milhões de pessoas doaram via blog. A internet foi decisiva para o
sucesso de Obama nas eleições"
Na lógica do blogueiro, que esteve no Brasil há duas semanas, quando um grande número de pessoas comuns financia a campanha, o governo sente "uma obrigação maior de servir à população". Formado em ciências sociais na Universidade de Harvard, Graham-Felsen se auto-define como um "estrategista digital". Aos 28 anos, ele dirige a ONG de ativismo on-line "Aliança para Movimentos Juvenis" (Allyance for Youth Movements). Em sua opinião, a internet também pode ajudar candidatos que nunca disputaram uma eleição, como a petista Dilma Rousseff. "Quem usar a internet para envolver as pessoas na campanha certamente será beneficiado", diz o blogueiro de Obama.

"Mesmo num país onde 25% da população tem acesso à rede, como no Brasil,
o impacto nas eleições é enorme se houver um envolvimento"
Postador Por: Danielle Neves
Pesquisando em um outro blog sobre a questão Política, encontrei algumas questões que realmente temos que repensar, a questão da sociedade Política Virtual há alguns pré-conceitos não só de ser aceita em um novo mundo, mas sim de um todo.
Podemos conferir diretamente neste site que tem um cunho realmente direcionado a esse processo.
Quando estamos na frente de um computador procuramos nóticias que realmente chamem nossa atenção seja para qualquer assunto, então faça deste assunto abordado por nós alunos de Pedagógia como um meio de abordagem que facilite a nossa visita a um mundo digital onde crescem diariamente novas formas de acesso.
http://www.netmundi.org/cibercultura/category/politica/
Vamos ver isso como um alerta a sociedade em que vivemos, onde o pensamento de crianças estão mais completos do que aqueles que ainda visam se moldar para este mundo.
Por: Cinthya Solaira
Podemos conferir diretamente neste site que tem um cunho realmente direcionado a esse processo.
Quando estamos na frente de um computador procuramos nóticias que realmente chamem nossa atenção seja para qualquer assunto, então faça deste assunto abordado por nós alunos de Pedagógia como um meio de abordagem que facilite a nossa visita a um mundo digital onde crescem diariamente novas formas de acesso.
http://www.netmundi.org/cibercultura/category/politica/
Vamos ver isso como um alerta a sociedade em que vivemos, onde o pensamento de crianças estão mais completos do que aqueles que ainda visam se moldar para este mundo.
Por: Cinthya Solaira
Quem é André Lemos?
Quem se interessar em conhecer um pouco mais sobre o grande precursor da Cibercultura, leia detalhadamente aqui neste site, é o currículo básico sobre ele.
Obrigada desde já!
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4780048D9
Cinthya Solaira
Ps: Copie o endereço de email divulgado acima e cole na barra de navegação, e aproveite ;)
Derivada de uma série de descobertas e criações científicas e tecnológicas nasce
A Cibercultura, que surge como um movimento intrigante, envolvendo sociedade com.
Novas tecnologias criando um mundo chamado ciberespaço e recriando a comunicação,
Transformando a maneira de fazer comunicação de forma maleável, interativa e ao alcance de quem tiver interesse.
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Caxias do Sul, RS – 2 a 6 de setembro de 2010 (http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2010/resumos/R5-2207-1.pdf¬
Ciberespaço
Nos últimos anos o advento da expansão exponencial, tanto em abrangência quanto em intensidade, das Comunicações Mediadas por Computador (CMC) fez com que surgisse todo um novo campo de reflexão e investigação, centrado via de regra nos fenômenos comunicativos e no estudo das CMC’s a partir da perspectiva dos meios de comunicação. Em decorrência de uma série de circunstâncias técnicas e históricas que escapam do alcance deste artigo [3], a Internet, rede de computadores estabelecida através do protocolo aberto TCP/IP, tornou-se um polo de convergência para as CMC’s em geral, sendo, no senso comum, uma espécie de sinônimo para Comunicação mediada por computador.
Mário J.L. Guimarães Jr.
Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – UFSC
(http://www.cfh.ufsc.br/~guima/papers/ciber_cenario.html)
A sociedade do conhecimento é compreendida como aquela na qual o conhecimento é o principal fator estratégico de riqueza e poder, tanto para as organizações quanto para os países. Nessa nova sociedade, a inovação tecnológica ou novo conhecimento, passa a ser um fator importante para a produtividade e para o desenvolvimento econômico dos países.
(DRUCKER, 1993; LEMOS 1999; CHAPARRO, 2001; FUKS, 2003; D'AMARAL, 2003).
Por: Guillermo Antonio Dá vila Cale & Edna Lucia Da Silva (http://www.cibersociedad.net/textos/articulo. php? art=160).
O conceito de sociedade de informação surgiu dos trabalhos de Alain Touraine e
Daniel Bell em finais dos anos 60 e inicio dos anos 70, sobre a influência dos avanços.
Tecnológicos nas relações de poder, identificando a informação como ponto central Da.
Sociedade contemporânea (Gouveia 2004).
http://www4.fe.uc.pt/fontes/trabalhos/2007011.pdf
Silva, Ana Mafalda.
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
Sociedade em Rede
A predominância das redes no mundo pós-moderno, coloca em xeque categorias e conceitos tradicionais (dentre os quais destaco o de individualismo, e o de relações de poder). Dimensões básicas da vida (como tempo e espaço) são desconstruídas, e a interação local-regional-global expressa um mundo globalizado no qual, seguindo M. Castells, "todos os processos se somam num só processo, em tempo real no planeta inteiro".
SOCIEDADE EM REDE: conexões e desconexões*
Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira
- Publicado no Jornal "A Razão" em 01.07.2004
- Este artigo foi publicado em 17.12.2004 como "Tema do Mês" pela RITS (Rede de Informações para o Terceiro Setor), conforme solicitação de seu Coordenador, Carlos Antonio Silva.
- Reproduzido da RITS pelo OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA (e-notícias), em 21.12.2004.
Nativos e Imigrantes
Para Prensky, os nativos são aqueles que nasceram e cresceram cercados.
Pelas novas tecnologias: “Os alunos de hoje (...) passaram suas vidas inteiras
Cercados por e usando computadores, videogames, players de música, câmeras de.
Vídeo “e celulares, além de outros brinquedos e ferramentas da era digital”.
(PRENSKY, 2001, p. 1). Os nativos pensam e processam informações de uma forma
Diferente dos imigrantes, as diferentes experiências criaram neles diferentes.
Interesses e diferentes formas de ver e entender o mundo.
Os imigrantes, os pais e professores de hoje, não nasceram na era digital. Eles
Aprenderam a lidar com ela, mas ainda conservam restrições. Prensky compara as
Restrições dos imigrantes e seu “pé no passado” ao sotaque de imigrantes que
Chegam a um novo país, mas de alguma forma querem manter suas raízes.
Redes sociais e educação: uma visão sobre os nativos
E imigrantes digitais e o uso de sites colaborativos
Em processos pedagógicos
Mariana de Souza Coutinho1 (UFF) Alexandre Farbiarz (UFF)
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Mariana-Souza-Coutinho&Alexandre%20Farbiarz.pdf
Postado por : Italo dos Santos
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht
http://pensador.uol.com.br/politicas/
Postado por Italo dos Santos
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht
http://pensador.uol.com.br/politicas/
Postado por Italo dos Santos
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