sexta-feira, 15 de março de 2013

Politica e Internet....


O que é Cibercultura?


Definições

De acordo com Kenway (2001), o ciberespaço é um “lugar” sem cara de lugar

e sem espaço, pois não há em seu interior fronteiras ou corpos, apenas textos e

imagens e sons feitos de bits e bytes; um espaço transnacional, um “lugar” que não

tem os aspectos de espaço, sem fronteiras, representando um lugar de

peregrinação, de andarilho. Este espaço oferece novas relações entre produtores e

consumidores de textos culturais, pois permitem aos sujeitos serem não apenas

consumidores ativos ou passivos dos produtos de informação e da cultura global,

mas agentes de seus próprios produtos culturais e também distribuidores desses

elementos.

http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf



A cibercultura, cultura cibernética ou cultura digital caracteriza um conceito emergente da pós-modernidade, que nasce da perspectiva do impacto das tecnologias da informação e comunicação e da conexão em rede na sociedade. Essa cultura utiliza-se da metalinguagem digital e da capacidade de remontar arquivos para exprimir a produção simbólica de um determinado grupo social, mas que atinge a todos que estão conectados à rede.

Úrsula Nascimento de Sousa Cunha (UNEB)

http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ursula-Nascimento-Sousa.pdf



O conceito de sociedade do conhecimento se baseia em um fato indiscutível, que pode ser confirmado empiricamente: o conhecimento científico-tecnológico passou a desempenhar um papel decisivo na economia e, por meio dela, na sociedade. Sem dúvida, esse papel sempre foi importante. Foi Francis Bacon, no início do século 17, que formulou a tese da relação fundamental entre saber e poder, mas o mundo não precisou esperar o advento dos tempos modernos para pôr o conhecimento a serviço do poder. Sem o saber especializado dos escribas, dos geômetras ou dos sacerdotes, não teria sido possível gerir nem os grandes impérios nem as cidades-estados nem as sociedades feudais.

Sergio Paulo Rouanet é ensaísta e professor visitante na pós-graduação em sociologia da Universidade de Brasília. É autor de, entre outros, "As Razões do Iluminismo" e "Mal-Estar na Modernidade" (Companhia das Letras).

http://www.ofaj.com.br/textos_conteudo.php?cod=28



A sociedade da informação é um conceito utilizado para descrever uma sociedade e uma economia que faz o melhor uso da tecnologias da informação e comunicação no sentido de lidar com a informação, e que toma esta como elemento central de toda atividade humana (Castells, 2001). Numa sociedade de informação, as pessoas aproveitam as vantagens das tecnologias em todos os aspectos da sua vida: no trabalho, em casa e no lazer.

http://www2.ufp.pt/~lmbg/reserva/lbg_socinformacao04.pdf

Para Rui Páscoa, sociedade em rede, como a conhecemos atualmente, é o conjunto de seres humanos que partilham interesses comuns, ligados por pontos e ferramentas que facilitam a comunicação e a partilha de experiências entre si. Nesta partilha coletiva, cada individuo ruma ao descobrimento da sua identidade individual e coletiva.

Professor de Educação Visual e Tecnológica no Agrupamento de Escolas da Charneca de Caparica. Mestrando em Pedagogia do Elearning na Universidade Aberta.

http://mpel.ruipascoa.net/?p=267



Uma cena tem se tornado cada vez mais comum nas cidades modernas: jovens de várias idades, classes sociais e etnias, andam pelas ruas das cidades portando fones de ouvido enquanto ouvem músicas em seus tocadores de MP3 ou de MP4 e em seus telefones celulares.

Para o educador e pesquisador Marc Prensky (2001), esses jovens estão acostumados a obter informações de forma rápida e costumam recorrer primeiramente a fontes digitais e à Web antes de procurarem em livros ou na mídia impressa. Por causa desses comportamentos e atitudes e por entender a tecnologia digital como uma linguagem, Prensky os descreve como Nativos Digitais, uma vez que “falam” a linguagem digital desde que nasceram.

http://www.ucs.br/ucs/tplcinfe/eventos/cinfe/artigos/artigos/arquivos/eixo_tematico7/TECNOLOGIAS%20DIGITAIS%20E%20ACOES%20DE%20APRENDIZAGEM%20DOS%20NATIVOS%20DIGITAIS.pdf



Em contraposição aos Nativos Digitais, estão os Imigrantes Digitais, que são aqueles que, diferente dos nativos, viram o nascimento da internet e se adaptaram a ela ─ ou não. Os nativos nasceram depois dela e não conseguem conceber o mundo antes do computador.

Na concepção de Prensky (apud MONTEIRO, 2009), o imigrante até transita com desenvoltura no mundo digital, porém “É como mudar de país. As pessoas ficam até íntimas com o novo idioma, mas não perdem o sotaque.” Considera-se, ainda, imigrante digital aquele que simplesmente nega a possibilidade de contato com as TIC’s. Este percebe a existência e a presença de todo o aparato tecnológico na esfera social sem, contudo, abrir mão de formas e tecnologias conservadoras em suas atividades diárias. Assim sendo, ajuda a compor o elenco de atores do cenário contemporâneo que, de uma ou outra forma, convivem com um mundo altamente informatizado.

Luiz Henrique Touguinha de Almeida

Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Letras da Universidade Católica de Pelotas, em cumprimento parcial para a obtenção do título de Mestre em Linguística Aplicada.

http://antares.ucpel.tche.br/poslet/dissertacoes/Mestrado/2010/LETRAMENTO%20DIGITAL%20E%20PERFIL%20DISCENTE_Existe%20uma%20rela%E7%E3o_Luiz%20Henrique%20Touguinha%20de%20Almeida.pdf
Postador Por: Danielle Neves

Sam Graham-Felsen

"O futuro da política estará na Internet"

Para o blogueiro de Barack Obama, em pouco tempo a rede virtual mudará a forma como são feitas e financiadas as campanhas
Claudio Dantas Sequeira





PRODÍGIO
O blog comandado por Felsen arrecadou meio bilhão de dólares
para a campanha de Obama

A eleição do presidente Barack Obama em 2008 foi um divisor de águas na forma de se fazer campanha política pela internet. Sites, blogs e o Twitter, além de permitirem maior interação com os eleitores, tornaram-se uma poderosa ferramenta de arrecadação. Quem conhece a fundo essa história é o jornalista americano Sam Graham-Felsen, que foi diretor da área de blogs da campanha online do candidato democrata, coordenada pela Blue State Digital. Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, Graham-Felsen conta que "mais de três milhões de doadores individuais contribuíram cada um com pouco mais de US$ 100, resultando num montante de US$ 500 milhões". Segundo ele, "as campanhas nos Estados Unidos eram marcadas por grandes doações de um grupo de interesses, mas Obama rompeu com essa tradição". Com base na experiência americana, Graham-Felsen acredita que em pouco tempo a televisão deixará de ser fundamental nas campanhas eleitorais. Quem assumirá seu papel, é claro, será a internet.




"Três milhões de pessoas doaram via blog. A internet foi decisiva para o
sucesso de Obama nas eleições"

Na lógica do blogueiro, que esteve no Brasil há duas semanas, quando um grande número de pessoas comuns financia a campanha, o governo sente "uma obrigação maior de servir à população". Formado em ciências sociais na Universidade de Harvard, Graham-Felsen se auto-define como um "estrategista digital". Aos 28 anos, ele dirige a ONG de ativismo on-line "Aliança para Movimentos Juvenis" (Allyance for Youth Movements). Em sua opinião, a internet também pode ajudar candidatos que nunca disputaram uma eleição, como a petista Dilma Rousseff. "Quem usar a internet para envolver as pessoas na campanha certamente será beneficiado", diz o blogueiro de Obama.





"Mesmo num país onde 25% da população tem acesso à rede, como no Brasil,
o impacto nas eleições é enorme se houver um envolvimento"
Postador Por: Danielle Neves

Postado por : Danielle Neves

Sinais...


Postado por: Italo dos Santos
Pesquisando em um outro blog sobre a questão Política, encontrei algumas questões que realmente temos que repensar, a questão da sociedade Política Virtual há alguns pré-conceitos não só de ser aceita em um novo mundo, mas sim de um todo.

Podemos conferir diretamente neste site que tem um cunho realmente direcionado a esse processo.
Quando estamos na frente de um computador procuramos nóticias que realmente chamem nossa atenção seja para qualquer assunto, então faça deste assunto abordado por nós alunos de Pedagógia como um meio de abordagem que facilite a nossa visita a um mundo digital onde crescem diariamente novas formas de acesso.

http://www.netmundi.org/cibercultura/category/politica/

Vamos ver isso como um alerta a sociedade em que vivemos, onde o pensamento de crianças estão mais completos do que aqueles que ainda visam se moldar para este mundo.

Por: Cinthya Solaira



Quem é André Lemos?
Quem se interessar em conhecer um pouco mais sobre o grande precursor da Cibercultura, leia detalhadamente aqui neste site, é o currículo básico sobre ele.

Obrigada desde já!

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4780048D9

Cinthya Solaira


Ps: Copie o endereço de email divulgado acima e cole na barra de navegação, e aproveite ;)

André Lemos - O que é Cibercultura?



O Mundo da Cibercultura.


Internet para Crianças 



Por: Cinthya Solaira
Cibercultura


Derivada de uma série de descobertas e criações científicas e tecnológicas nasce
A Cibercultura, que surge como um movimento intrigante, envolvendo sociedade com.
Novas tecnologias criando um mundo chamado ciberespaço e recriando a comunicação,
Transformando a maneira de fazer comunicação de forma maleável, interativa e ao alcance de quem tiver interesse.

Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Caxias do Sul, RS – 2 a 6 de setembro de 2010 (http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2010/resumos/R5-2207-1.pdf¬



Ciberespaço

Nos últimos anos o advento da expansão exponencial, tanto em abrangência quanto em intensidade, das Comunicações Mediadas por Computador (CMC) fez com que surgisse todo um novo campo de reflexão e investigação, centrado via de regra nos fenômenos comunicativos e no estudo das CMC’s a partir da perspectiva dos meios de comunicação. Em decorrência de uma série de circunstâncias técnicas e históricas que escapam do alcance deste artigo [3], a Internet, rede de computadores estabelecida através do protocolo aberto TCP/IP, tornou-se um polo de convergência para as CMC’s em geral, sendo, no senso comum, uma espécie de sinônimo para Comunicação mediada por computador.
Mário J.L. Guimarães Jr.

Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social – UFSC
(http://www.cfh.ufsc.br/~guima/papers/ciber_cenario.html)


A sociedade do conhecimento é compreendida como aquela na qual o conhecimento é o principal fator estratégico de riqueza e poder, tanto para as organizações quanto para os países. Nessa nova sociedade, a inovação tecnológica ou novo conhecimento, passa a ser um fator importante para a produtividade e para o desenvolvimento econômico dos países.
(DRUCKER, 1993; LEMOS 1999; CHAPARRO, 2001; FUKS, 2003; D'AMARAL, 2003).
Por: Guillermo Antonio Dá vila Cale & Edna Lucia Da Silva (http://www.cibersociedad.net/textos/articulo. php? art=160).


O conceito de sociedade de informação surgiu dos trabalhos de Alain Touraine e
Daniel Bell em finais dos anos 60 e inicio dos anos 70, sobre a influência dos avanços.
Tecnológicos nas relações de poder, identificando a informação como ponto central Da.

Sociedade contemporânea (Gouveia 2004).
http://www4.fe.uc.pt/fontes/trabalhos/2007011.pdf
Silva, Ana Mafalda.
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

Sociedade em Rede


A predominância das redes no mundo pós-moderno, coloca em xeque categorias e conceitos tradicionais (dentre os quais destaco o de individualismo, e o de relações de poder). Dimensões básicas da vida (como tempo e espaço) são desconstruídas, e a interação local-regional-global expressa um mundo globalizado no qual, seguindo M. Castells, "todos os processos se somam num só processo, em tempo real no planeta inteiro".

SOCIEDADE EM REDE: conexões e desconexões*
Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira
- Publicado no Jornal "A Razão" em 01.07.2004
- Este artigo foi publicado em 17.12.2004 como "Tema do Mês" pela RITS (Rede de Informações para o Terceiro Setor), conforme solicitação de seu Coordenador, Carlos Antonio Silva.
- Reproduzido da RITS pelo OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA (e-notícias), em 21.12.2004.


Nativos e Imigrantes

Para Prensky, os nativos são aqueles que nasceram e cresceram cercados.
Pelas novas tecnologias: “Os alunos de hoje (...) passaram suas vidas inteiras
Cercados por e usando computadores, videogames, players de música, câmeras de.
Vídeo “e celulares, além de outros brinquedos e ferramentas da era digital”.
(PRENSKY, 2001, p. 1). Os nativos pensam e processam informações de uma forma
Diferente dos imigrantes, as diferentes experiências criaram neles diferentes.
Interesses e diferentes formas de ver e entender o mundo.
Os imigrantes, os pais e professores de hoje, não nasceram na era digital. Eles
Aprenderam a lidar com ela, mas ainda conservam restrições. Prensky compara as
Restrições dos imigrantes e seu “pé no passado” ao sotaque de imigrantes que
Chegam a um novo país, mas de alguma forma querem manter suas raízes.

Redes sociais e educação: uma visão sobre os nativos
E imigrantes digitais e o uso de sites colaborativos
Em processos pedagógicos
Mariana de Souza Coutinho1 (UFF) Alexandre Farbiarz (UFF)
http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Mariana-Souza-Coutinho&Alexandre%20Farbiarz.pdf


Postado por : Italo dos Santos
O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

Bertolt Brecht

http://pensador.uol.com.br/politicas/

Postado por Italo dos Santos

quarta-feira, 13 de março de 2013

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O processo de modernização dos meios tecnológicos da informação e da comunicação relacionados com sociedade do conhecimento mudou e muito a vida das pessoas e a forma de interatividade entre elas. Quem no passado imaginou viver sem jornal, sem rádio ou sem televisão? Atualmente, o meio midiático da internet cumpre esta nova função de informação de forma imediata, seletiva, reprodutiva e criativa, a exemplo da poderosa ferramenta dos blogs (sites de fácil criação de contéudos e uso popular).ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ A internet vem revolucionando as formas de interação e comunicação social em escala global. É notável, há mais de 10 anos, os blogs terem dominado a rede e vêm se apresentando como um novo paradigma na forma de escrever, de pensar, de expressar idéias e de interagir socialmente, como parte da complexa relação tecida entre os atores sociais.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Desde a invenção da imprensa dos idos de Gutenberg, os Blogs representam revolucionariamente um modelo tendencioso no campo da comunicação, uma vez que, não é necessário mais ser o privilegiado especialista das letras, ciências e mídia como formadores de opinião. Basta, agora, acessar a rede de computadores, escolher o provedor e criar o seu diário virtual, alimentando cotidianamente o conteúdo da sua página.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Devido a essa facilidade de atualização de conteúdos na internet, anônimos – sujeitos sem rostos – acessam a rede de computadores sem conhecimento técnico de HTML (sigla inglesa, de significado Linguagem de Marcação de Hipertexto) para publicarem a todo o momento qualquer assunto de seu interesse, sem levar em conta a preocupação de escrever bem ou não, pois o mais importante é manifestar o pensamento tornando-se público, valendo-se da crítica ou não, num espaço virtual de discussão e diálogo.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ No entanto, configura-se na sociedade em Rede um dinamismo social de relações intersubjetivas tanto entre blogueiros e comentaristas quanto nos sites de relacionamentos, os quais abordam diversos assuntos, que vão desde política, sexo, arte e tecnologia, até a exposição da vida privada de cidadãos comuns, por meio de publicação de fotos, rotineiramente, em comunidades virtuais com este propósito, confidenciando suas intimidades ao atento público virtual.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Percebe-se que o fenômeno dos blogs proporciona, neste espaço midiático de rede, novos modelos de relações sociais e efeitos que se desdobram numa velocidade inimaginável, sem controle algum, tendo conseqüências de âmbito jurídico, por causa de divulgações ilícitas na rede: racismo, pedofilia, neonazismo, invasão de privacidade, falseamento ideológico que comprometem inocentes etc. Tudo isso revela a preocupação e a seriedade que a sociedade deve encarar essa nova realidade, principalmente quando a internet é a extensão da vida social e cultural; nesse sentido, exige-se das instituições jurídicas e políticas aparatos legais para regrar tais comportamentos dúbios e de periculosidade evidenciada na rede.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Para além desses problemas, é inegável, que os blogs são, sem dúvida alguma, um instrumento fantástico de manifestação social, onde pessoas quaisquer que sejam podem criar seu diário pessoal ou coletivo. Através desse novo meio de comunicar, nota-se que os diários eletrônicos e outras formas de interação em rede, possibilitada pela globalização tecnológica, vêm transformando e construindo rede de relações e significados, chamados de cibercultura.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ As ferramentas da internet e o acesso a ela tornam-se cada vez mais um espaço de construção plural-democrático e sem censura para expor pensamentos. Por um lado, é positivo falar sobre idéias, política, literatura, notícias, mas por outro, é muito grave e assustador os crimes e apologias que depredam e desrespeitam a imagem humana (essas ilicitudes que degradam a dignidade humana têm de se denunciar aos orgãos responsáveis). Portanto, são os riscos e desafios que deveremos nos atentar tanto nas possibilidades de democratizar o acesso à rede com responsabilidade de educar, quanto ao mesmo tempo vigiar o acesso contra práticas duvidosas, depreciativas e ilegais, o que já ocorre por todo o mundo. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ A vida on-line nem sempre será o que sonhamos, mas manterá sua diversidade na rede mundial de computadores. Hoje é difícil pensar a vida relacional sem recorrer a estes instrumentos que revolucionam o mundo na sua totalidade, inaugurando novas práticas culturais, políticas e socioeconômicas.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ

Definições

Neste contexto, o conceito de “sociedade da informação” como construção política e ideológica se desenvolveu das mãos da globalização neoliberal, cuja principal meta foi acelerar a instauração de um mercado mundial aberto e “auto-regulado”. Política que contou com a estreita colaboração de organismos multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, para que os países fracos abandonem as regulamentações nacionais ou medidas protecionistas que “desencorajassem” o investimento; tudo isso com o conhecido resultado da escandalosa intensificação dos abismos entre ricos e pobres no mundo.Na verdade, no final do século, quando a maioria dos países desenvolvidos já havia adotado políticas de desenvolvimento da infra-estrutura das TIC, ocorre o espetacular auge do mercado de ações da indústria das comunicações. Entretanto, os mercados do Norte começam a se saturar. Assim, intensificamse as pressões com relação aos países em desenvolvimento para que deixem a via livre ao investimento das empresas de telecomunicações e informática em busca de novos mercados para absorver seus excedentes de lucros.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ O conceito de “sociedade da informação”, a meu ver, está relacionado à idéia da “inovação tecnológica”,enquanto o conceito de “sociedades do conhecimento” inclui uma dimensão de transformação social, cultural, econômica, política e institucional, assimcomo uma perspectiva mais pluralista e de desenvolvimento. O conceito de “sociedades do conhecimento” é preferível ao da “sociedade da informação”já que expressa melhor a complexidade e o dinamismo das mudanças que estão ocorrendo. (...) o conhecimento em questão não só é importante para o crescimento econômico, mas também para fortalecer e desenvolver todos os setores da sociedade”. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤAutora Sally Burch http://www.dcc.ufrj.br/~jonathan/compsoc/Sally%20Burch.pdfㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Sociedade em rede porque constituída de redes de produção, poder e experiência, que constroem a cultura da virtualidade nos fluxos globais os quais, por sua vez, transcendem o tempo e o espaço. Nem todas as dimensões e instituições da sociedade seguem a lógica da sociedade em rede, do mesmo modo que as sociedades industriais abrigaram por longo tempo muitas formas pré-industriais da existência humana. Mas todas as sociedades da Era da Informação são, sem dúvida, penetradas com diferente intensidade pela lógica difusa da sociedade em rede, cuja expansão dinâmica aos poucos absorve e supera as formas sociais preexistentes.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Autor CASTELLS, Manuel. www.virtual.ie.ufrj.br/infoeducar/bib/castells1.doc ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Para Francisco Rüdiger, “a cibercultura é o movimento histórico, a conexão dialética entre o sujeito humano e suas expressões tecnológicas, através da qual transformamos o mundo e, assim, nosso próprio modo de ser interior e material em dada direção (cibernética)” (RÜDIGER, 2004, p. 54).ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Para André Lemos, um dos pioneiros em pesquisa sobre o tema no Brasil, a cibercultura deve ser entendida “como a forma sócio-cultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônica que surgiram com as convergências das telecomunicações com a informática, na década de 70” (LEMOS, 2003, p. 12). ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Acredito que as duas definições propostas acima encapsulam as diversas esferas, origens e atuações da cibercultura. Sendo assim, servirão de embasamento ao recorte que proponho.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Percebe-se que a tendência do momento é analisar o impacto das novas mídias, das tecnologias wireless, e as formas emergentes após o advento das mesmas, seja em enfoques mais filosóficos ou até metafóricos, seja em pesquisas aplicadas, como instalações interativas e imersivas. As repercussões na sociedade são analisadas em e através de blogs, portais, infografias e softwares, entre outros, sempre tentando evidenciar aspectos hipermidiáticos característicos das novas mídias. Temas ainda não muito explorados são os softwares baseados em inteligência artificial, a nova interação emissor-usuário, que está sugerindo teorias da comunicação mais adequadas ao contexto contemporâneo, os computadores inteligentes, e as intranets e portais que facilitam o acesso de usuários da web.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Denize Correa http://www.razonypalabra.org.mx/anteriores/n53/dcorrea.html ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ O ciberespaço é sustentado pela integração progressiva das tecnologias da informação e da comunicação. Estas tecnologias, há mais de 30 anos, vêm sendo aplicadas, avançando passo a passo num processo de informatização de postos de trabalho, de domicílios, e ultimamente das próprias pessoas pela computação móvel (microcoletores, notebooks, laptops, etc). Privilegiando inicialmente a informatização do meio científico, até para garantir o enriquecimento da tecnologia, passando em seguida para ainformatização da burocracia estatal e das empresas. A informática se concentrou originalmente em um único ponto chave nas organizações, de onde começou a estender seus tentáculos, por meio de redes privativas, internas à própria organização, e em seguida, redes inter-organizacionais.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Fonte Grupo RETIS de Pesquisa http://igeo-server.igeo.ufrj.br/fronteiras/sig/tiki-index.php?page=Ciberespa%C3%A7o ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ O que é um nativo? E um imigrante digital? O nativo é aquele que conhece bem o terreno, que utiliza todas as ferramentas possíveis no mundo da tecnologia. E o imigrante? Segundo o site “Mundo das tribos”: “Podemos perceber quando alguém é imigrante digital através de algumas atitudes da pessoa, por exemplo: a pessoa precisa imprimir o e-mail para ler, ligar perguntando se o remetente recebeu o e-mail, ao escrever um texto começa primeiro no lápis e papel, prefere livros impressos do que os digitais, já no caso dos nativos isso praticamente não existe”. Se fossemos analisar o filme Helpdesk (o que sabe e o que não sabe), veríamos as duas figuras, só que em outra época e com outros nomes. Alexandra Vieira de Almeida ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ http://malabarismospoeticos.blogspot.com.br/2013/01/eu-sou-um-nativo-ou-imigrante-digital.html

terça-feira, 12 de março de 2013

O ser Político

Ultrapassada esta fase primária, o homem adquire uma nova dimensão. O pensamento dirigido para a auto-sobrevivência volta-se, então, para a intersobrevivência. Estamos perante o ser humano enquanto ser social, que, entre diversas acepções e em sentido restrito, pode traduzir-se em “consciência comum dos elementos de um grupo ou sociedade sobre os problemas sociais, posição social do homem e governo ou regulamentação da vida social”.[1] Um ser social que incorpora, entre outros, o elemento político, pois não se pode falar de sociedade sem que se fale da sua organização, regulamentação, o que poderá em última análise levar à célebre frase “o Homem é um animal político”.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Aristóteles[2] surge aqui com fundada actualidade. Não só como memória de que o Homem é um ser social por natureza ou que, por natureza, o Homem é um animal político, mas pela reflexão que faz sobre a política, cerca de 300 anos antes de Cristo; usamo-la a pretexto da abordagem a questões caras ao multiculturalismo, e ao multiculturalismo ele próprio. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Para Aristóteles, o Estado - cuja função é proporcionar o mais alto bem, uma vida boa - é a mais elevada forma de comunidade, na base da qual se encontra a família, estruturada em duas relações fundamentais: homem e mulher e senhor e escravo. É no seio da família que deve promover-se a discussão da política. Porque não abordar na família, as questões da polis, de que ela própria faz parte? O escravo faz parte da família e, como tal, um dos temas políticos é a escravatura, tida como necessária e justa. O escravo deve ser inferior ao dono, porque, por natureza, senhor e escravo estão no âmbito do que é natural. E escravo é aquele que, por natureza, pertence a outro e não a si mesmo, já que uns nascem para a sujeição e outros para o mando. Aristóteles introduzia a questão da raça, defendendo que os escravos não devem ser gregos, mas de raça inferior, com menos espírito. Sustenta também a discriminação sexual, acreditando que o homem governa melhor os animais domésticos do mesmo modo que os inferiores quando são governados pelos superiores. A construção que desenvolveu sobre escravos e mulheres não permite poder acreditar na igualdade. ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤ Comparando diferentes formas de governo, considera a democracia má, porque o poder está nas mãos dos carenciados que não atendem aos interesses dos ricos. Um governo bom é o que procura o bem estar da comunidade e não apenas o seu. No entanto, no desencanto que todas as formas de governo lhe trazem, acaba por defender a democracia, porque nada melhor havia ainda sido inventado.
http://mc.jurispro.net/I3SerPoliticoSocial.htm

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

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Por: DONALDO DE ASSIS BORGESㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ
Muito se discute sobre os eventuais benefícios ou malefícios às crianças e adolescentes decorrentes do uso da Internet. No Brasil, a preocupação justifica-se pelo número crescente de acesso destes jovens à rede mundial de computadores. Embora não se tenham dados estatísticos sobre o acesso desta camada da população brasileira, acredita-se que eles sejam responsáveis pela maioria dos acessos à rede mundial de computadores. Dados recentes demonstram que mais de 20 milhões de pessoas acessam diariamente a Internet com os mais variados interesses e necessidades, uma vez que ela acabou se tornando a intermediária de relações pessoais e comerciais.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Quando a Internet é utilizada para obter-se informação com vistas à pesquisa, estudos, conversas entre amigos, notadamente, concluir-se-ia que ela é um bem. Mas, ainda assim, teríamos que especular sobre a fonte de informação e com quem relacionam-se esses jovens. Seria esta fonte segura? Seria esta fonte capaz de prover informações confiáveis para contribuir com o processo educacional? Seriam esses relacionamentos estabelecidos com pessoas confiáveis? Logicamente, estas preocupações demonstram a necessidade de julgamento não somente segundo juízos de valor, mas também segundo critérios objetivos que poderiam avaliá-las sob o ponto de vista científico dentro da área de interesse em questão, ou quando não, quem são as pessoas com as quais se relacionam os jovens ao navegar na rede. Disso decorre uma outra pergunta. Teriam as crianças e adolescentes discernimento para julgá-las? Provavelmente, não. É sabido que nesta idade esses jovens ainda são carentes de educação para a vida, ou seja, dependem de orientação para guiarem-se no enfrentamento das próprias realidades ainda conflituosas em relação ao mundo que as rodeiam. Sem acompanhamento de adultos – pais ou responsáveis, educadores, etc – a Internet pode ser um mal.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Embora com relativo controle, estão presentes na Internet conteúdos indignos e dignos. A pornografia, a invasão de privacidade, blogs que incitam a violência e cultuam valores duvidosos, inclusive racismos, convivem com outros cujos propósitos ou são nobres, ou pelo menos se enquadram dentro dos limites da normalidade. Nos sites de relacionamento, os conteúdos são criados pelas próprias pessoas que se comunicam. Se elas são capazes de criar os seus próprios conteúdos e são partícipes de um diálogo comum é porque ali convergem suas necessidades e interesses. Mas, se estiverem ali pessoas adultas induzindo crianças e adolescentes a praticarem ações que as possam violentar, moral ou fisicamente, nada será detectado até que se consume o mal intentado, colocando-as como vítimas de pessoas inescrupulosas. As pessoas adultas, pais ou responsáveis, têm o dever moral de se colocarem próximas a esses jovens a fim de estabelecer limites e disciplina por meio do diálogo franco demonstrando as razões de suas preocupações com as potencialidades da Internet.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Estas preocupações não teriam razão de existir se não houvesse notícias de casos de ofensa às crianças e adolescentes. Mas, o que se vê e o que mais se ouve, são os impactos negativos pelo mau uso da rede, capaz de deturpar valores e viciar comportamentos com prejuízos à própria pessoa quando incapaz de discernir sobre o valor das ações e dos conteúdos presentes na Internet.ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Na verdade, a Internet pode representar tanto um bem como também um mal. Existe um ditado popular que diz que a dose é a distância que separa o remédio do veneno. Esta analogia também é cabível para a Internet, especialmente em relação às crianças e aos adolescentes, onde a dose do uso da Internet deverá ser prescrita e ministrada por pais ou responsáveis.

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"O que a civilização humana busca de fato, através da evolução tecnológica e cultural, é a onisciência e a onipresença, tentando viver muitas vidas em uma, fazendo com que o futuro, seja um quase agora, e o tempo, um eterno já, esquecendo-se, no entanto, que ainda estamos presos a um corpo biológico, sujeito aos ciclos das estações e ritmos circadianos, que nos cobrará o seu preço, mas, a evolução acontece nos extremos, e as mudanças para esta nova realidade são tanto visíveis quanto irreversíveis." - Por : Dimos Iksilaraㅤ
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